Nunca sei começar e o final apresenta sempre sinais de morte ou melancolia mal encarada.
O meio é como a vida; imprevisível e espontâneo, surge o que tiver de surgir
e remedeio os erros com os farrapos que me compõem o ser.
São trapos gastos e sujos, não se incomodam em ser apenas remendos.
Nunca sei começar e quando o faço é somente com a ideia translúcida do seu fim,
do seu pesaroso fim,
que me deixa sempre incomodada e ao mesmo tempo aliviada por ter acabado..
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